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sexta-feira, 8 de julho de 2011


Banda Norte Americana formada em Phoenix, Arizona, em 2008.


Integrantes:
Tyler “Telle” Smith (ex-Greeley Estates, In Fear and Faith) - Vocal
Zack Hansen (ex-Calling of Syrens) - Guitarra
Tony Pizzuti (ex-Calling of Syrens) - Guitarra
Justin Salinas - Bateria
? - Baixo
Dusty Riach (ex-The Vanity Light) - Sintetizador/Teclado

Ex-integrantes:
Craig Mabbitt (ex-Blessthefall, atualmente vocal do Escape The Fate ) - Vocal
Nick Urlacher - Baixo
Tony Aguilera (ex-The Vanity Light) - Bateria


Quando Craig Mabbitt anunciou sua saída do The Word Alive inúmeros fãs da recém formada banda de Phoenix, Arizona começaram a ter dúvidas sobre qual seria o futuro do grupo. Pois bem, o destino foi generoso, e Tyler “Telle” Smith, ex- Emarosa/In Fear and Faith/Greeley Estates, foi escolhido como novo front-man. E Telle corresponde perfeitamente às expectativas com vocais “limpos” e screams que fazem com que The Empire, primeiro EP da banda, seja um dos mais sólidos e interessantes lançamentos da cena em 2009.

A primeira faixa, “Battle Royale”, mescla o melhor do post-hardcore e metalcore: vocais melódicos bem executados alternados com screams brutais, bons riffs, power chords, bateria pesada sem deixar a técnica de lado e o synth que cria uma atmosfera à parte na canção. Na seqüência, “Quit While You’re Ahead”, mostra breakdowns insanos e a rara capacidade de transição entre passagens calmas à pesadas que poucas bandas do gênero possuem e termina com o questionamento: “Listen to what your heart tells you before it’s too late. It’s crying out to love, but is the risk to great?”. Conhecida pelo público na voz de Mabbit, “Casanova Rodeo”, continua uma ótima canção. Se você esperava algo calmo na seqüência, desista, já que “The Only Rule Is There Are No Rules” mantém o instrumental pesado com screams viscerais do início ao fim e uma seqüência de breakdowns que agradará até o mais exigente headbanger.

“Can’t you see it? Can’t you feel it? Your weakness lasts forever” esse é parte do refrão de “Inviting Eyes” em que demonstra-se a harmonia perfeita entre os músicos, destacando-se o acompanhamento do tecladista. Por último temos a melhor canção do EP: “How To Build An Empire” com seus sombrios efeitos na introdução, uma letra que soa honesta e direta: “But the way that I’m coming is the way that you’re leaving./Oh, you’re pushing you’re pressing now. /These words that you’re saying, they fall from your lips and I’m not even listening./We’ve wasted so much time, pretending that you cared.” e um solo bem colocado.
Posso definir de forma simples esse EP: um álbum bem produzido que marca um brilhante início. Caso você esteja procurando um som novo e agressivo com melódico de qualidade The Word Alive é a melhor indicação em 2009.

2008 - The Word Alive (EP)



2009 - Empire



2010 - Deceiver



2011 - Deceiver (Deluxe Edition)






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