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quinta-feira, 7 de julho de 2011


Existem três bandas com o mesmo nome: uma russa, uma brasileira e uma japonesa. Para evitar discussões, Vamos citar ambas nas Informações biográficas das mesmas.


Dizem que suco de medula dá barato, dá doiderinha – alucina - e, quando os ratos de esgoto Dostoiévsko do Medulla saem bueiro afora arrastando seus instrumentos imaculados e suas cordas vocais calejadas por gritos de prazer e guerra e espremem os limões de seu tresloucado e indefinível jazz rock espacial a única coisa que se pode fazer é acreditar em tal lenda.

Saindo na calada da noite das guerrilhas futurísticas de uma selva Amazônica virtual e/ou real – índios ensandecidos ostentando suas pinturas de guerra – o Medulla mira certeiro seu coquetel molotov na MPB, no rock, no jazz, na música de rua, esvaziando nossos pulmões de ar estagnado, enchendo nossos corações com a certeza de que a música ainda é marginal, ainda importa, ainda nos conecta com o universo, com o infinito; ainda proporciona aquele frio na barriga de quem olha pra dentro do abismo…e sorri, e caçoa.

Depois de seu álbum de estréia, O Fim da Trégua, a banda deu seu salto quântico Novo-Bahianista, vivendo juntos, fortalecendo a conectividade musical e espiritual que gera seu som, seu gênesis. Sempre buscando maneiras diferentes de se aproximar de sua música, de seu público e de diferentes processos criativos o Medulla fechou 2010 e começa 2011 com o projeto de lançar compactos pavimentando o caminho para seu segundo álbum – já com três na praça, e mais um a caminho e ainda incluindo o polêmico vídeo banido das TVs de Eterno Retorno – deixando sua música fluir feito bicho solto, sem restrições estéticas ou mercadológicas, inclusive disponibilizando o material em pen drive, CD, DVD, internet e lançando um dos compactos em fita K7, produto sem preço fixo, comprado pelo preço que cada pessoa decide pagar nos shows, fortalecendo os laços entre a banda e público: entre suas mentes criativas, a mágica de sua sinfonia urbana pós-decadente e um mar de gente ávida por musica, revolução, novas maneiras de se ver e interpretar o mundo.

O Medulla não é a mais nova “salvação do rock” – eles vieram para destruir…e construir tudo de novo em cima dos escombros.



2006 - O Fim da Tregua



2008 - Akira [Compacto]



2009 - Talking Machine [EP]



2010 - Capital Erótico [Compacto]









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