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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
É incrível se você pensar em como Dez Fafara tem sido capaz de reinventar-se com o Devildriver após o fim do Coal Chamber. No entanto, mesmo com a rotina de turnês e gravações , Dez Fafara não teria nenhum problema em tocar com o Coal Chamber de novo.
Quando perguntado por myYearbook se ele estaria disposto a tocar com o Coal Chamber de novo , Fafara respondeu com o seguinte:
"Sim, definitivamente, eu faria shows com eles. Tem sido 10 anos, deixaamos o passado para trás. Meegs e meu baterista Mike estão limpos fora das drogas pesadas. A razão pela qual deixei o Coal Chamber foi porque eles entraram em metanfetaminas e eu não tolero esse tipo de coisa. Sou um homem de família e eu não faço qualquer uso de drogas pesadas. Temos sido amigos há anos, eles saem para ver os shows Devildriver. Você pode ver vídeos no YouTube de Meegs fazendo "Loco", com Devildriver. Eu não estou supondo uma reunião do Coal Chamber mas sim uma turnê de despedida
quinta-feira, 7 de julho de 2011
A história do Coal Chamber começa em 94, em Los Angeles. Dez, Rayna, Meegs e Bug se juntam, formam a banda e começam a divulgar seu trabalho na localidade através de uma demo independente produzida por eles mesmos. De boca em boca a banda vai ganhando fãs e começam rolar shows em clubes de L.A. com o Whisky a Go-go e The Roxy. Após algum tempo fazendo esses shows, o Coal Chamber recebe uma proposta da Roadrunner Records. Dino Cazares, guitarrista do Fear Factory e o produtor Ross Robinson chamaram a atenção do agente da RR, Monte Conner, para a demo dessa banda chamada Coal Chamber. O agente fica impressionado com a agressividade da faixa “Loco” (primeira música da demo) e com o vocal sinistro de Dez.
Mas quando tudo estava bem, um problema surge. Segundo Dez: “Encontrei minha alma gêmea, mas ela não conseguia entrar num acordo em relação a horários e a pessoas com as quais eu trabalhava. Abandonei a banda por causa dela e fiquei fora por quase um semestre, sempre sentindo falta dela. Eu sentia a falta da música, dos shows, de estar com meus amigos e de fazer música com eles. Foi quando Meegs bateu na minha porta e disse: “Olha só, nenhum dos vocalistas se encaixaram na banda. Nós realmente tínhamos uma mágica, vamos tentar novamente e deixar o passado para trás”.
Com o retorno de Dez, a banda fecha contrato com o Roadrunner no final de 95 e assim começa a procura pela pessoa certa para capturar a essência do Coal Chamber em um CD. Um produtor. No final das contas a banda acabou arrumando não apenas um, mais 2 produtores: Jay Gordon e Jay Baumgardner. Jay Gordon (que na época não era ainda vocalista do Orgy) era um músico conhecido na cena de Los Angeles e Jay Baumgardner era o engenheiro de som do NRG Recordings (um estúdio). Com toda a equipe formada, a banda levou 30 dias para gravar todas faixas.
Em Fevereiro de 97 foi lançado o primeiro álbum do Coal Chamber com 100.000 cópias e vendendo uma base de 3.000 por semana. O álbum também ganhou um clip da música “Loco” que teve a direção do amigo Nathan “Karma” Cox, que foi produzido em Outubro do mesmo ano. Com o lançameto do CD a banda entrou na sua primeira turnê européia, no Ozzfest e abriu shows do Type O Negative.
Após muitas turnês, a banda dá um tempo para gravar seu 2º álbum chamado “Chamber Music”. O álbum vem com produçao de Josh Abraham e na capa uma foto da mulher (ou namorada) de Dez, Anahstasia F… A banda vem com um visual e sonoridade mais sombrios. Esse CD é lançado em 99 e o primeiro single escolhido foi o cover de Peter Gabriel, “Shock The Monkey” com a participação especial do Ozzy Osbourne. O vídeo dessa música também foi produzido, mais uma vez com a direção de Nathan “Karma” Cox.
Na tour que se seguiu, em uma apresentação no Texas, um desentendimento entre Dez e Meegs acabou em agressão física. Apesar de o fim da banda ter sido anunciado, um terceiro disco sairia em 2002, “Dark Days” com uma música sendo trilha sonora do filme Resident Evil. A principal diferença na banda foi a saída de Rayna Foss-Rose, para dedicar mais tempo a sua filha com o baterista do Sevendust, Morgan Rose. Porém, “Dark Days” foi gravado ainda com a participação de Rayna.
Em seu lugar foi colocada a baixista Nadja Puelen, que já havia substituído Rayna quando ela estava grávida. com uma música sendo trilha sonora do filme Resident Evil.
Em 2003 o fim da banda seria novamente anunciado.
1997 - Coal Chamber
1999 - Chamber Music
2002 - Dark Days
2003 - Giving The Devil His Due
segunda-feira, 7 de março de 2011
A ex-baixista da extinta banda Coal Chamber, Nadja Peulen, falou recentemente à Noisecreep, sobre seu novo projeto, a banda Vera Mesmer, que também conta com a presença do ex-guitarrista do Reveille – Chris Turner.
A formação atual do Vera Mesmer, é conta também com o baterista Bones Elias (Julien-K), que entrou na banda no final de 2010 quando o trio começou a gravar seu primeiro álbum com a produção de Christopher.
Confira logo abaixo o vídeo do primeiro single da banda, “Back From The Dead”.
Quanto à possibilidade de um reencontro com o Coal Chamber, Nadja diz:
“Eu não tenho certeza se haverá um reencontro. Nós chegamos a conversar, mas neste momento estou focada no Vera Mesmer. Eu vivo e respiro essa banda 24 horas por dia e 7 dias por semana, e como somos uma banda independente e não temos o suporte de uma gravadora. Mas foi bom ter a liberdade para escrever, gravar e produzir nossas músicas como a gente quis”.
Segundo Nadja, ela está se concentrando totalmente no seu novo trabalho e ela não está envolvida em outras bandas.
“Eu não tenho outros projetos em andamento”, diz ela. “Eu realmente não acredito que você possa se dedicar 100 % em duas coisas”, disse ela. “Você simplesmente não pode colocar todo seu coração e empenho em dois lugares ao mesmo tempo. Como artista, eu gosto de mergulhar 100% no que estou fazendo. Levei muitos anos para encontrar uma banda na qual eu poderia acreditar e esta é a única para mim”.
A baixista acrescenta:
“Trabalhar com Chris tem sido verdadeiramente uma transformação para mim. Eu aprendi e ainda estou aprendendo muito com ele. Ele foi me empurrando e me fazendo entrar em um território totalmente desconhecido, como cantar por exemplo. Nós temos esta estranha conexão musical e está sendo muito fácil trabalharmos juntos, nós temos o mesmo gosto, idéias e pensamentos. Ele me trouxe de volta dos mortos”.
fonte: mpsirock
A formação atual do Vera Mesmer, é conta também com o baterista Bones Elias (Julien-K), que entrou na banda no final de 2010 quando o trio começou a gravar seu primeiro álbum com a produção de Christopher.
Confira logo abaixo o vídeo do primeiro single da banda, “Back From The Dead”.
Quanto à possibilidade de um reencontro com o Coal Chamber, Nadja diz:
“Eu não tenho certeza se haverá um reencontro. Nós chegamos a conversar, mas neste momento estou focada no Vera Mesmer. Eu vivo e respiro essa banda 24 horas por dia e 7 dias por semana, e como somos uma banda independente e não temos o suporte de uma gravadora. Mas foi bom ter a liberdade para escrever, gravar e produzir nossas músicas como a gente quis”.
Segundo Nadja, ela está se concentrando totalmente no seu novo trabalho e ela não está envolvida em outras bandas.
“Eu não tenho outros projetos em andamento”, diz ela. “Eu realmente não acredito que você possa se dedicar 100 % em duas coisas”, disse ela. “Você simplesmente não pode colocar todo seu coração e empenho em dois lugares ao mesmo tempo. Como artista, eu gosto de mergulhar 100% no que estou fazendo. Levei muitos anos para encontrar uma banda na qual eu poderia acreditar e esta é a única para mim”.
A baixista acrescenta:
“Trabalhar com Chris tem sido verdadeiramente uma transformação para mim. Eu aprendi e ainda estou aprendendo muito com ele. Ele foi me empurrando e me fazendo entrar em um território totalmente desconhecido, como cantar por exemplo. Nós temos esta estranha conexão musical e está sendo muito fácil trabalharmos juntos, nós temos o mesmo gosto, idéias e pensamentos. Ele me trouxe de volta dos mortos”.
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